UMP_Relatório e Contas_ 2016 - page 4

Introdução
E
ncerrámos mais um ano e é com sen-
tido de dever cumprido que a UMP
apresenta o relatório e as contas rela-
tivas à atividade de 2016. Dever cumprido
não porque fizemos tudo a que nos pro-
pusemos ou mesmo gostaríamos de fazer,
mas pelo facto de termos conseguido, ao
longo do ano, respeitar mas também fortale-
cer todos os nossos compromissos.
Aqueles que atuam na área social sabem
bem que ficamos sempre aquém quando se
trata de dar respostas às necessidades das
pessoas que, numa qualquer situação de
desfavorecimento, precisam da nossa ajuda
e este é o nosso primeiro compromisso:
manter abertas as portas para aqueles que
estão em situação de carência, seja ela qual
for. Na atualidade são tantos os que preci-
sam das nossas Misericórdias.
Em segundo lugar, o compromisso com os
nossos parceiros, seja do setor público, pri-
vado ou social. Em conjunto, é possível en-
contrar soluções adequadas para os proble-
mas de todos. Esse segundo compromisso é
sobretudo um compromisso com o diálogo.
Não menos importante é o compromisso
que devemos ter com a saúde das nossas
organizações. Boa gestão e sustentabilidade
são pilares essenciais para que possamos
continuar a fazer aquilo que é a nossa mis-
são: cuidar do outro.
Por último, o compromisso maior da UMP
que é, conforme se lê nas conclusões do
congresso de 1976, assegurar “a união das
Misericórdias, sem lhes bulir, porém, na sua
liberdade de ação e iniciativa, nem lhes cer-
cear, portanto, a escolha de atividades”.
Durante o ano de 2016, a UMP pautou a
sua atividade pelo respeito a esses quatro
compromissos porque temos a consciência
de que solidariedade é muito mais do que
temos a
consciência
de que solidariedade
é muito mais do que
estender as mãos
ao outro
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